Outras Maneiras de Sentir...

Até onde vai seu preconceito?
Você tem “pena” de alguém?
Somos bons porque temos menos pré conceito?
Quais as atitudes que fazem parte de um conjunto de preconceitos?
Quem somos para sentir “pena” de alguém?
Entre tantos excluidos de direitos, encerro a série de artigos sobre sexualidade, com comentários sobre a sexualidade dos portadores de deficiência física, que condenam-se ou são condenados ao isolamento afetivo e sexual, sendo que a possibilidade de uma vida sexual ativa e gravidez existem sempre - a primeira vem com a consciência corporal, algo que todos nós temos que ter, “deficientes” ou não, cada um tem a sua maneira própria. Por isso, garotas e garotos, não intimidem-se nem subestimem um cadeirante ou qualquer outro portador de deficiência física.
Muitos de nós não sabem o que é ou lutam por um orgasmo, enquanto um portador de deficiência física tem o privilégio de experimentar o “orgasmo fantasma” - oriundo de regiões “nunca antes navegadas”, regiões inusitadas que se transformam em zonas erógenas. Como se não bastasse, ainda há mais um detalhe nesse quesito erótico/sexual/sensual dos “deficientes”: por conta de algumas limitações motoras eles são obrigados a verbalizar e direcionar o que querem fazer e receber, isso para a enorme parcela de indivíduos visuais e auditivos é “tudo de bom”.
Como não poderia faltar, coloco aqui um trecho de reportagem, porque há comentários que fazem parte de um momento único.
Trecho retirado da reportagem “Não há troca de olhares, nem gestos insinuantes, nem flertes explícitos”, publicada no site Sentidos:
“ ...Disfarçar a direção do olhar é charminho para outro tipo de namoro. O início e a continuidade do relacionamento entre casais cegos dependem de diálogo. Para demonstrar o interesse, ‘a pessoa vai ter de tomar coragem e falar’, resume o presidente da Associação Brasiliense dos Deficientes Visuais (ABDV), Alexo da Costa Silva, 47 anos.
Para deficientes visuais, a boa conversa é fundamental desde a paquera até o casamento. Como não podem perceber expressões de tristeza, alegria, insatisfação ou o que seja no rosto do outro, precisam dizer exatamente o que querem (e o que não querem), contar o que estão sentindo...”
Liberte-se do pré conceito: não fale do que não sabe, não construa pensamentos sobre o que não sabe, não julgue o que desconhece. Todos nós buscamos a auto-estima, não é justo e nem de “bom tom” abalar a do próximo! Experimente! O máximo que pode acontecer é você gostar!
Ana Paula Leijoto
Tel.: 11 3219-0165
analeijoto@hotmail.com
56 anos de dedicação à Ótica
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Acima Orlando Miguel, à direita, ao lado do tio Manoel Vieira, na Ótica Vieira, de Ourinhos, em 1958. |
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Orlando, Landinho, Miguel... ele não se importa muito de como preferem chamá-lo, Orlando Marques Miguel, com 75 anos recentemente completados, nasceu em Marília, interior do estado de São Paulo, um dos 10 filhos de Manoel Marques Miguel, um imigrante português que teve diferentes tipos de comércios em Marília e Ourinhos. Manoel introduziu todos os filhos no comércio e ensinou-lhes que deveriam trabalhar para ter negócio próprio, porque por sua vontade nenhum deles jamais seria empregado. Orlando estava com 7 anos quando a família foi morar em Ourinhos, e dessa idade até os 17 trabalhou com o pai. Porém aos 18, deixou o bazar da família para trabalhar com seu o tio Manoel Vieira Filho, fundador da Ótica Vieira, uma das mais famosas da cidade de Ourinhos.
Não é à toa que “seu” Orlando está sempre sorridente e esbanjando simpatia no balcão da Ótica Japurá: ele se considera um homem realizado! “Tenho orgulho de ser o esposo de dona Therezinha, com quem estou casado há mais de 43 anos; tenho orgulho ter feito dos meus três filhos homens honestos, sérios e profissionais qualificados; sendo que dois deles me acompanham no mesmo ofício; tenho orgulho de meus netos, e tenho orgulho de ter conseguido driblar muitas dificuldades, transpondo barreiras incríveis, para me manter 56 anos na profissão que escolhi, além de fazer dar certo o meu negócio, que existe há 37 anos”.
A experiência de atendimento e vendas adquirida nas lojas de armarinhos e tecidos do seu pai, facilitou-lhe o aprendizado na ótica do tio, onde trabalhou até seus 26 anos, exercendo várias funções. Foi com a ajuda do tio patrão que em 1960 fez um curso Técnico em Ótica, na capital. “Seo” Orlando lembra que neste curso, foi aluno de Orlando Ribeiro, na época um importante especialista em Ótica, com quem veio aprender teoria e técnicas. Nunca deixou de estudar. Inclusive, ao 35 anos formou-se em Contabilidade e Pedagogia, na Escola de Comércio da Fundação Álvares Penteado.
No início da década de 60, Orlando resolveu se aventurar em São Paulo. Seu primeiro emprego na capital foi no laboratório de uma das óticas mais tradicionais da época, a extinta casa Lutz Ferrando, então estabelecida na rua Direita. Lá permaneceu um ano trabalhando no laboratório como técnico e responsável pela confecção e conferencia dos serviços. Sua função consistia na produção e recorte das lentes e posteriormente sua montagem nas respectivas armações. Em seguida trabalhou por mais 3 anos na Ótica Dental, aprofundando ainda mais seus conhecimentos no ramo óptico e posteriormente, permaneceu por mais 10 anos na Ótica 7 de Abril, período em que além de trabalhar como vendedor e técnico em óptica, ainda lecionava no período noturno como professor de contabilidade em escolas públicas, para economizar e finalmente em 1973, realizar o sonho de montar sua própria loja, a Ótica Japurá, estabelecida no mesmo ponto até hoje.
Com quase 40 anos de atuação no Centro, Orlando Miguel fala de fatos e cenários esquecidos e até desconhecidos pela maioria dos paulistanos. Demonstra sempre uma pontinha de saudade ao lembrar das muitas alegrias e dificuldades vividas na região central, ao longo dessas quase quatro décadas. Destaca que nos primeiros anos vividos em São Paulo residiu no, hoje desocupado, Edífício São Vito, que anos mais tarde foi apelidado de “treme-treme”. Naquela época os centros comerciais da capital, ainda estavam estabelecidos nas ruas Quinze de Novembro, da Quitanda, São Bento, Direita e região, e edifícios como o Martinelli, tinham a preferência das grandes empresas para instalação de seus escritórios. Orlando orgulha-se de ter conhecido uma São Paulo, em que homens e mulheres, bem vestidos, transitavam em bondes e pelas praças; muitas famílias ocupavam locais como o Parque Dom Pedro, nos finais de semana, para seus piqueniques.
Vizinho da Câmara, ele acompanha de perto uma parte do poder político de São Paulo. Ético, não revela nomes, mas conta que mantém, entre seus mais fiéis clientes, diversos políticos (vereadores, deputados e até ex-governadores), bem como personalidades conhecidas e famílias tradicionais do bairro da Bela Vista. Ele explica, com simplicidade, o por quê da preferência e fidelidade de seus clientes, que hoje tornam seus bisnetos clientes da Japurá: “No início para educar meus filhos e manter a meu negócio funcionando, durante 10 anos fui professor de ‘Organização e Técnicas Comerciais’. No magistério aprendi a lidar melhor com a ética, tratar bem as pessoas de diferentes níveis e classes sociais, além de oferecer o melhor de mim”.
Orlando Miguel deu formação universitária aos três filhos, porém seguindo o exemplo de seu pai, levou-os primeiramente a trabalhar consigo no seu negócio, onde os profissionalizou em Ótica. “Eles estudavam à noite, para trabalhar e me ajudar aqui na loja durante o dia”, explica. Há mais de duas décadas, Fernando e Beto trabalham na Japurá, como técnico e gerente, respectivamente. “Aprendi, ensinei e pratico: o único segredo para se alcançar sucesso no comércio, é a dedicação total ao seu trabalho, com a atualização constante e o empenho em oferecer um atendimento gentil e personalizado. E no nosso caso, isso se traduz em respeito e reconhecimento por parte dos nossos clientes”. Pra quem quiser conferir os últimos lançamentos, e bater um bom papo com o sr. Orlando, basta visitar a Ótica Japurá (rua Japurá, 6-A - Bela Vista. - www.oticajapura.com.br).
1º Encontro do Projeto Despertar da Consciência
Tendo como principal objetivo despertar e aprofundar os níveis mais sensíveis, criativos e intuitivos do ser humano, será realizado no sábado, 28 de Agosto, das 9h30 às 17h, o primeiro encontro do Projeto Despertar da Consciência. Idealizado por Jarbas Tauryno - tenor, graduado em Música, terapeuta vibracional e palestrante -, o evento acontecerá na sede do Instituto de Bem com a Alma, à rua Lisboa, 314 e será ministrado por seu idealizador.

Jarbas Tauryno destaca que a humanidade chegou a um ponto crítico e delicado, onde as mudanças puramente materiais serão ineficazes para os desafios que teremos daqui por diante. “As verdadeiras transformações ocorrem a partir de um contato com o ser interior de cada um, isto é, com a sua própria alma, pois só assim abandonaremos as atitudes que causam dor e sofrimento a nós mesmos e aos outros seres, não só aos humanos, mas também aos seres dos reinos vegetal e mineral”.
Para o palestrante, o caos instalado no planeta é fruto do caos mental e emocional, por falta ou pouco contato com o nível mais sutil e intuitivo da vida. “É tempo de irradiarmos a paz, a bondade, a compaixão, para colaborarmos com o equilíbrio planetário. É chegado o momento de agirmos guiados por níveis supramentais! É momento se sermos a paz! Quanto maior a desarmonia e o caos, devemos buscar profundamente na nossa vida interior a sabedoria, a colaboração, o amor e a luz”.
Os ensinamentos que passará em Despertar da Consciência, Jarbas alcançou ao longo de diferentes vivências, inclusive como cantor lírico, regente de coral e professor de canto, que é. A partir de 2000 tem se dedicado a estudos de: psicossomática e aos efeitos do som, do pensamento e da palavra nas pessoas e na coletividade. Desde 2004 encontrou o Jin Shin Jyutsu, e então é seu praticante, diariamente. O Jin Shin Jyutsu é uma antiga arte oriental, estudada pelo japonês Jiro Murai, no início do século passado e consiste em suaves toques no corpo, que promovem um realinhamento físico, mental, emocional e espiritual. Ele assegura que é indicado desde, para quem está com uma simples dor de cabeça até rótulos crônicos e críticos. “Promove um grande relaxamento físico e mental, ou para quem é ‘muito zen’ um estado de maior concentração e um alerta maior”.
Jarbas tem adotado esses conceitos nos atendimentos que realiza no Instituto de Bem com a Alma, bem como no Projeto Novos Rumos na Saúde, do qual é coordenador na Unidade Básica de Vila Pirituba.
O Projeto Despertar da Consciência, se desenvolverá através de reflexões e de vivências. O primeiro assunto será Os desafios e o aprendizado nos relacionamentos humanos, abordando os tópicos: Qual o propósito de nos relacionarmos? Relações de poder ou de amor? Nossos relacionamentos produzem alegria, dor ou cura interior?
Após o almoço, a atividade recomeçará com a vivência Redescobrir a Harmonia e o Entusiasmo, inspirando o Fôlego da Vida, através do Jin Shin Jyutsu, com os seguintes tópicos: Simples toques no corpo recarregam nossa Energia Vital; As atitudes que desarmonizam nossas vidas; Manter o Equilíbrio no Caos. Então, depois de mais uma breve pausa, o encontro se encerrará com Meditação dirigida para Cura Interior e Planetária, onde serão abordados os tópicos: A Música, o pensamento, as imagens e a palavra no processo de transformação individual e coletivo.
O valor da inscrição é R$ 145,00, até 21/08 e R$ 163,00 depois desta data. Mais informações podem ser obtidas pelos fones: (11) 3063.2026 e (11) 7204-4331 ou por meio dos endereços eletrônicos: www.debemcomaalma.com.br; tauryno@bol.com.br
Depilação com alta tecnologia
 
Você já se acostumou a lâminas, máquinas, cremes e espumas depilatórias, ceras quentes e frias? E mesmo assim os pêlos indesejáveis não param de nascer, e ainda trazem o incomodo de coçar e inflamar? Quanta tortura... Agora você tem uma melhor opção: o que ontem parecia coisa do futuro hoje é uma realidade ao alcance de todos.
Fazer uma depilação (clinicamente conhecida por epilação) sem dor e sem os incômodos da inflamação e coceira, é possível, é seguro e mudará, por completo, a forma como você sentirá sua pele e seu corpo. Já imaginou acordar atrasado e não ter que preocupar-se em fazer a barba, ou colocar aquela blusinha sem a preocupação dos pêlos aparentes na axila! “A estética, mais uma vez, nos surpreende com as possibilidades de praticidade no dia-adia” comenta afisioterapeuta Camila Molina.
Independentemente da cor da pele - negra, branca ou amarela -, da espessura e rapidez de crescimento dos pêlos, a opção de epilação é unânime como o melhor tratamento estético, desejado por todos e agora ao seu alcance. O Centro de Estética Daniela Kita, em busca da satisfação dos clientes, trás mais uma vez, a melhor tecnologia e profissionalismo para tratamentos masculino e feminino de controle do crescimento dos pêlos, com a vantagem de ser praticamente indolor, de rápida aplicação e sem causar manchas na pele.
A depilação tem indicação para todas as áreas do corpo e do rosto (caso da barba): queixo, sobrancelhas, buço, axila, peito, braço, abdômen, costas, virilha, pernas. “Estamos propondo alta tecnologia a preço acessível. E as contra-indicações são quase nulas, com número de sessões reduzida se resultados maravilhosos, fala a dra. Daniela Kita.
A Luz Pulsada é uma tecnologia mais evoluída que o Laser, com a vantagem de não oferecer riscos ao cliente, pois atinge temperaturas mais baixas (70ºC) do que o laser (300ºC), mantendo a eficácia dos resultados como o se fosse um Laser. No final do tratamento é possível notar uma grande eliminação dos pêlos. Porém, nenhuma depilação deve-se chamar definitiva. Em todas as tecnologias utilizadas é necessário que o paciente faça a manutenção para manter os resultados. A percepção do paciente durante o tratamento é que os pêlos enfraquecem e afinam, diminuindo progressivamente após as sessões. Quanto à intensidade do calor da aplicação vai depender da sensibilidade individual, fazendo com que a terapia se torne personalizada.
A recomendação das profissionais é que a(o) cliente faça as sessões com a pele sem bronzeamento, sem maquiagem, cremes e desodorantes, e com o pêlo aparente, ou seja, cerca de 2 a 3 milímetros. E após a sessão é muito importante o uso de proteção solar, recomenda à profissional.
O Centro de Estética Daniela Kita fica no Edifício Itália, na av. Ipiranga, 344 - 8º andar, cj. 81 D.
Empoderamento e Participação Social
“Se a opressão permanece a quem se deve? A nós. De quem depende que ela acabe? Também de nós”. (Bertold Brecht)
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Acima Secretário de Gestão Estratégica e Participativa do SUS, Antonio Alves, e representantes do Ministério da Saúde na mesa diretora dos trabalhos. Abaixo participantes da Feira se confraternizam. |
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Abaixo Antonio Alves ouve reivindicação de indígenas. |
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A falta de poder é um dos componentes essenciais da pobreza, restringe as oportunidades e se expressa na incapacidade de influenciar nas decisões que afetam a própria vida. A saúde como questão inerente à democracia e a participação social como estratégia para a consolidação do direito à saúde são afirmadas na Constituição Federal, nos princípios do SUS e ganham vida nos Conselhos e nas Conferências de Saúde.
Viver em coletividade pressupõe a troca de experiências enriquecedoras para o indivíduo, que a partir daí começa a se perceber como responsável por sua vida, possuidor de direitos e comprometido com deveres. A violência não ocorre apenas em lugares distantes, longe de nossos olhos. Ocorre cotidianamente, quando nos são negados a assistência à saúde, a educação, o trabalho decente, o direito à moradia digna e à proteção contra toda e qualquer violação de nossos direitos.
De 30 de Junho a 04 de Julho aconteceu em Brasília, a Feira Nacional de Gestão Estratégica e Participativa, com mais de mil participantes vindos de vários municípios do Brasil, num desfile mágico de culturas e diversidades. Como uma das representantes da União dos Movimentos Populares de Saúde da cidade de São Paulo, UMPS, pude conviver nestes dias com uma gama notável de saberes populares, de vivências comunitárias, de multiplicidade de pensamentos, que possibilitou a mim, tão urbana, aprendizados únicos, mas possíveis àqueles que se abrem a experiências novas.
O Secretário de Gestão Estratégica e Participativa, Antonio Alves de Souza, durante a cerimônia de abertura da FENAGEP, disse que a realização da feira é um marco na história do SUS: “a gestão participativa é um ato de delegação de poderes, que exige desprendimento total do administrador na hora de compartilhar essas competências”. O final do evento confirmou esta visão, quando Antonio Alves cedeu a palavra a representantes da população indígena, do campo, de movimentos populares e sociais, de gestores.
Outra grande experiência foi a Tenda de Educação Popular de Paulo Freire, um espaço organizado pelos coletivos nacionais de Educação Popular em Saúde, onde, em rodas de conversa, os participantes podiam trocar experiências e informações, discutindo temas relevantes para a garantia do direito à saúde e para a gestão participativa no SUS.
Infelizmente, não havia muito para apresentar sobre o Estado e a cidade de São Paulo, onde prevalece a luta do controle social para se fazer respeitar. O jornal “O Trecheiro”, se fez presente no Pavilhão de Brasília naqueles dias, através de vários banners. Nós que representávamos a UMPS, também deixamos registrados em uma pequena carta lida para todos, os desmandos que ocorrem na cidade e no Estado de São Paulo, com o descaso dos gestores de saúde à participação e às Conferências.
Uma das atividades da Feira foi a I Mostra de Experiências Exitosas em Gestão Estratégica e Participativa, com apresentação de trabalhos de vários municípios do país. São Paulo aparece na Implantação da Ouvidoria do SUS, em São Bernardo do Campo. Mais uma vez, a estratégia da participação se apresenta na defesa do sistema de saúde.
O Movimento Popular de Saúde do Centro continua organizando as eleições para Conselhos Gestores das Unidades Básicas de Saúde da Região Sé. As próximas unidades serão República e Santa Cecília. A partir de Agosto teremos as datas das inscrições. Participe!
“Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem” (Bertold Brecht).
Carmen Mascarenhas
Conselheira Municipal de Saúde representante do MPS do Centro
e-mail: pollytaigor@gmail.com
Tel.: 32897484 |