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Sal refinado X Sal marinho natural
O sal refinado é “produzido” a partir do sal marinho. Entretanto lhe são extraídos diversos nutrientes e em contrapartida, são adicionados muitos aditivos químicos altamente prejudiciais à saúde.
Devido ao seu elevado teor de sódio, o sal refinado favorece a pressão alta e a retenção de líquidos, o que não ocorre com o marinho. Durante a industrialização, o sal marinho passa por uma lavagem onde são perdidas as algas microscópicas que fixam o iodo natural, sendo necessário depois acrescentar iodo, que é então colocado sob a forma de iodeto de potássio, para prevenir o bócio. Porém, o iodeto geralmente é usado numa quantidade superior à quantidade normal de iodo do sal natural, predispondo o organismo a doenças da tireóide como nódulos, tumores e câncer.
Também são perdidos enxofre, bromo, magnésio, cálcio e outros minerais que representam excelente fonte de lucros para as indústrias que extraem esses elementos do sal bruto.
Como os aditivos iodados oxidam rapidamente quando expostos à luz, é adicionado um estabilizante, a dextrose. Esta, combinada com o iodeto de potássio, produz no sal uma coloração roxa, então um alvejante é adicionado, o carbonato de sódio, que pode provocar cálculos renais e biliares.
No processo de lavagem também são eliminados componentes como o plâncton (nutriente), o krill (pequeno camarão invisível) e esqueletos de animais marinhos invisíveis. Em pequenas quantidades, estes fatores fornecem importantes oligoelementos como cálcio natural, cobre, molibdênio e zinco.

No processo de industrialização do sal normalmente se faz uma lavagem a quente para clarear melhor o produto, perdendo-se aí a maior parte dos seus macro e micro elementos essenciais, a maior parte deles úteis na ativação de enzimas. A utilização do vácuo durante o processo auxilia também a perda de elementos.
Depois de empobrecido, o sal industrial recebe aditivos químicos. Além do óxido de cálcio que evita que o sal se liqüefaça (e favorece também o aparecimento de pedras nos rins e na vesícula biliar), o sal receberá também ferrocianato e prussiato amarelo de sódio, fosfato tricálcico de alumínio, silicato aluminado de sódio e agentes antiumectantes diversos.
Entre as perdas irreparáveis no sal refinado está o importante íon magnésio. A escassez de magnésio no sal refinado favorece também a formação de cálculos, além de arteriosclerose em diversas regiões do organismo quando o cálcio de origem não natural está presente, como é no caso do sal industrializado.
Principais efeitos do sal refinado e doenças associadas:Hipertensão arterial, edemas, eclampsia, arteriosclerose, cálculos renais e biliares, hipoplasia da tireóide, nódulos da tireóide...
Principais aditivos químicos do sal refinado:Iodeto de potássio, óxido de cálcio, carbonato de cálcio, ferrocianeto de sódio, prussiato amarelo de sódio, fosfato tricálcico de alumínio, silicato aluminado de sódio, dextrose, talco mineral.
Vantagens do sal marinho natural
O sal marinho contém cerca de 84 elementos benéficos à saúde que são eliminados ou extraídos para a comercialização durante o processo industrial para a produção do sal refinado. O sal marinho não lavado contém iodo de fácil assimilação e em quantidades ideais. Não é necessário usar uma grande quantidade de sal marinho na dieta, pois o teor de sódio deste sal é menor que no refinado, que possui elevadas concentrações de sódio sob a forma de cloreto. Isto pode ser verificado provando-se os dois. O sal refinado produz uma sensação desagradável devido a sua concentração, ao passo que uma pedrinha de sal marinho é agradável ao paladar.
O que pode gerar a troca do sal usado
Saúde:Melhor controle da pressão arterial, ingestão barata de minerais essenciais à saúde, além de evitar se “envenenar” com as maciças doses de aditivos usadas no sal refinado industrializado.
A princípio, parece um exagero lhe propor mais esta mudança na sua rotina de vida. Mas trata-se de um detalhe que pode mudar sua vida, quando aliado a outras dicas saudáveis que mensalmente você tem o privilégio de receber como um presente do Jornal Centro em Foco.
“Agora que você conhece os perigos do sal refinado industrializado, afaste este mal da sua vida”.
Vera Ligia Lemos
Biomédica Acupunturista
veraligialemos@terra.com.br
Tel.: (011) 3255-4833 |
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Saúde Pública e Cidadania
(Extraído da Cartilha do Usuário de Saúde Pública)
“Se os fracos não têm a força das armas, que se armem com a força do seu direito, com a afirmação do seu direito, entregando-se por ele a todos os sacrifícios necessários para que o mundo não lhes desconheça o caráter de entidades dignas de existência na comunhão internacional”. (Rui Barbosa)
SUS - Sistema Único de Saúde
No Brasil, a luta vem de séculos e um dos marcos é a III Conferência Nacional de Saúde(CNS), realizada em 1963, cujos objetivos foram frustrados pelo início da Ditadura Militar. Nela se definiu o direito de todos à saúde e a municipalização como caminho para implantá-lo. Também merece destaque a VIII Conferência Nacional de Saúde, em 1986, que aglutinou e consolidou todas as propostas da denominada Reforma Sanitária com respaldo da sociedade, de técnicos, prestadores de serviço e administradores públicos, bem como de representantes do Legislativo.
Os resultados dessa Conferência foram apresentados ao Congresso Nacional para discussão e incorporação à Constituição. Isso foi feito, e consagrou-se na Constituição Federal, de 1988, um corpo doutrinário, com base nos princípios da Reforma Sanitária, que desembocou na criação do Sistema Único de Saúde – SUS. Entre os princípios éticos desse novo modelo, destacam-se: saúde como direito, universalidade do acesso, equidade, integralidade, intersetorialidade, ênfase na promoção e proteção à saúde, sem prejuízo da recuperação.
Como se vê, a saúde como direito específico está bem clara nos direitos sociais. Nos enunciados gerais do SUS, pressupõe-se que seja um dos condicionantes fundamentais para que se garanta cidadania, dignidade, etc. A saúde é um direito essencial que na Constituição está colocado também como dever do Estado; um direito cuja garantia requer que cada um de nós cumpra seus deveres; a participação e luta de cada um de nós para que todos sejam cidadãos plenos, iguais em direitos e deveres. O direito à saúde deve, portanto ser entendido como parte da transformação de nosso país.
Conclusão
O aperfeiçoamento da participação da comunidade na construção do SUS, ao longo dos anos, de modo especial por meio dos conselhos e das conferências, tem contribuído para a democratização do conhecimento sobre o direito à saúde. Porém, as informações quanto ao controle do SUS são restritas aos trabalhadores organizados em seus sindicatos e aos usuários
organizados nos movimentos populares de saúde. Outra preocupação é o pouco espaço oferecido pelos meios de comunicação para informar à sociedade questões sobre o direito à saúde e o funcionamento do SUS, ressaltando os aspectos positivos como a imunização de crianças, a distribuição de medicamentos, além do atendimento de alta complexidade, incluindo transplantes.
Em sua essência, a proposta do SUS busca valorizar a atenção à saúde como sinônimo de promoção, prevenção e recuperação. A prática cotidiana, no entanto, mostra que ainda persiste uma interpretação parcial do direito à saúde como sinônimo de oferta de medicamentos e de atendimento na rede hospitalar, havendo maior pressão na área curativa do que na área preventiva, o que poderá inviabilizar o sistema no longo prazo. A área preventiva, de atenção básica, é a que mais interessa à população, pois a integralidade sonhada não é a que medicaliza para atender aos interesses das indústrias farmacêuticas e a de equipamentos médicos.
A atenção integral à saúde implica o investimento nas políticas públicas de geração de renda, segurança alimentar habitação e saneamento. O SUS não se pauta somente pela cura, mas acima de tudo pela prevenção visando a garantia da qualidade de vida e da cidadania plena, com a implementação de políticas de promoção da saúde e combate a um conjunto de causas que são fatores de doença em todo o mundo.
Concretamente, o SUS é o melhor plano de saúde que existe, pois tem propostas socialmente justas, que, entretanto, se opõem a forças poderosas contrárias à sua efetivação, como a indústria de medicamentos e de equipamentos hospitalares. Só o Controle Social poderá mudar o rumo perverso desta história, na qual o perdedor será sempre o povo.
Bibliografia:
Carta dos Direitos dos Usuários de Saúde - Ministério da Saúde
www.saude.gov.br/saudelegis
Observatório dos direitos do Cidadão Nº 17
Instituto Polis - PUC-SP
publicacoes@polis.org.br
Carmen Mascarenhas
Movimento Popular de Saúde do Centro
e-mail: pollytaigor@gmail.com
Tel.: (11) 3289-6484 |
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Existem alimentos indicados para cada fase da vida
Em cada fase da vida há uma demanda energética e nutricional diferente, de acordo com as necessidades do organismo. Abaixo estão descritos os nutrientes mais importantes para cada fase.
Gestação: as mulheres precisam de maior quantidade de proteínas, ferro, vitaminas D e B12 e ácidos graxos ômega 3, presentes na linhaça dentre outros.
Bebê (até 6 meses): neste período a alimentação é composta apenas por leite materno que fornece todos os nutrientes necessários, anticorpos e outras substâncias fundamentais.
Infância até 12 anos: fase onde ocorre a formação e o crescimento. A alimentação deve ser composta por cereais, verduras, legumes, carnes, leguminosas e frutas além de respeitar os horários e refeições a serem realizadas.

Adolescência (de 13 a 19 anos): sinônimo de crescimento a caminho da maturidade sexual, o que resulta em diversas transformações físicas. Nesta fase as necessidades nutricionais aumentam para atender a demanda de crescimento dos órgãos e tecidos do corpo. Recomenda-se o consumo de cálcio para a formação do esqueleto, ferro para o desenvolvimento muscular, esquelético e endócrino e zinco para o crescimento e a maturação sexual.
Adulto (de 20 a 59 anos): fase da manutenção, sendo que uma alimentação adequada é fundamental para evitar doenças. Esta é a fase mais difícil, pois depende dos hábitos alimentares adquiridos, dos fatores culturais, financeiros e condições de trabalho. A alimentação deve conter alimentos saudáveis e energéticos.
Idoso (maiores de 60 anos): nesta fase, a alimentação além de nutrir, auxiliará no tratamento de determinadas doenças. No processo de envelhecimento as necessidades de energia diminuem as necessidades nutricionais aumentam. Por isso, deve-se consumir alimentos com alto valor nutricional e sais minerais (cálcio, magnésio e fósforo).
É importante salientar, que da infância à adolescência, as pessoas precisam comer fibras que garantem o bom funcionamento do intestino e se unem ao açúcar dos alimentos, fazendo que este demore mais tempo para cair na corrente sanguínea. Outro ingrediente importantíssimo que não deve faltar no cardápio diário é a água. Deste modo, se as pessoas tiverem uma alimentação equilibrada, a saúde estará presente em todas as fases da vida.
Carolina Mattos Monteiro
Farmacêutica, especialista em Homeopatia
pela Associação Paulista de Homeopatia
carolina@magnavita.com.br |
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Toque para a Saúde
Você já se pegou pressionando os dentes? E ao perceber parou de pressioná-los e sentiu seus ombros relaxarem e uma "ponta" de calma pronunciar-se?
A partir de uma inocente e automática reação, muitas vezes causada por excessos ou tensão no trabalho, produzimos uma reação em cadeia que afeta não só a região mandibular mas todo o corpo, como sensibilidade nos músculos da face; dores de cabeça; zumbido no ouvido; tensão no pescoço irradiando para ombros, braços e mãos; enxaqueca; ansiedade; medo; má digestão; cansaço; fadiga entre outros.

A região da mandíbula e maxilar é conhecida como Articulação Têmporo Mandibular. É uma parte importante na sua postura, porque atinge o alinhamento e a integração existente entre cabeça, ombros, quadris, joelhos e pés. Como está na parte superior do corpo interfere imediatamente em seu equilíbrio e raciocínio.
Atento a isso em 1991 o professor de Cinesiologia inglês Philip Rafferty, da Escola Australiana de Cinesiologia Aplicada criou o RESET. A técnica aplica um conjunto de toques suaves no contorno do rosto, levando a um relaxamento imediato. Não invasivo e com aplicações semanais e contínuas observa-se a suavização de marcas de expressão, que podem estar ligadas a retenção emocional e má absorção de líquidos.
O RESET é a fusão de fundamentos da Fisioterapia com a Medicina Tradicional Chinesa, que possibilita visualizar, diagnosticar e tratar o indivíduo integralmente, onde um movimento é continuação do outro e uma emoção, seja negativa ou positiva, desencadeia uma resposta corporal. Se você anda tenso e identificou alguns dos sintomas descritos, procure auxílio especializado e harmonize-se o quanto antes. Sua saúde agradece!
Ana Paula Leijoto
Terapêuta holística
contato@holusterapia.com.br |
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